
O ensinamento estudado hoje se chama "Carta a meu filho" e que estuda o "Capítulo XIV - Honrai ao vosso pai e a vossa mãe", seção "A ingratidão dos filhos e os laços de família", item 9 de "O Evangelho Segundo o Espiritismo".
Para ver o ensinamento integral contido nestes temas, consulte as obras "O Espírito da Verdade" e "O Evangelho Segundo o Espiritismo".
Estudo realizado:
Nascemos e retornamos ao ambiente físico da Terra, ao lado das pessoas que não sabemos se foram desafetos ou afetos de nosso passado distante. O mesmo também vale para nós, se fomos desafetos ou afetos de nossos futuros pais. Encarnamos em uma família e voltamos na condição de filhos,
Afetos ou desafetos, são nossos primeiros amigos. Nós os chamamos de pai e de mãe, para quem tem a sorte de ter os dois. Voltamos com a bênção do esquecimento.
E assim recomeça a nossa caminhada, pais e filhos.
Nossos pais, com o dever de cuidar de nós, fazem-no da maneira que conseguem, da melhor maneira que podem. E assim o tempo vai passando, até atingirmos a idade adulta.
Vamos crescendo. Nossos pais, envelhecendo. Eles continuam cuidando de nós, a seu modo, da maneira como podem e conseguem.
E o tempo vai passando...
Nossos amigos, agora mais velhos, os papéis podem se inverter, agora mais dependentes dos cuidados dos filhos. Mas ainda assim, eles continuam cuidando de nós, a seu modo, da maneira que podem.
E um dia, um deles, pai ou mãe pode partir para uma outra jornada, uma outra caminhada. Algum tempo depois o que ficou também poderá partir para a nova caminhada. E nós podemos ainda estar por aqui, se a vida seguir a ordem que acreditamos que ela siga, já que nem sempre é assim, bom lembrar é.
Se a ordem natural for seguida, nossos dois melhores amigos já terão partido, eles que cuidaram de nós, como puderam, da maneira que conseguiram, a seu modo, amando do jeito deles, desejando o bem à maneira deles e, quando este dia chegar certamente iremos fazer uma avaliação da nossa última caminhada ao lado deles.
Que esta avaliação de filhos que podemos ser seja de que cheguemos a conclusão de que fomos filhos dedicados, respeitosos, pacientes, tolerantes, amorosos, compreensivos, trabalhadores, honestos, calmos. E assim, teremos paz e confiança em um futuro reencontro muito feliz, quando o Criador nos permitir.
Mas, podermos nos enganar durante a caminhada, sendo filhos ingratos, desrespeitosos, impacientes, intolerantes, egoístas, incompreensivos, preguiçosos, desonestos, nervosos. Neste caso, então teremos semeado sofrimento para Eles, nossos pais e para nós também, pois a vida continua para todos e colhemos o que plantamos.
Hoje um filho que não dá valor aos pais. Amanhã um filho sem pai e mãe.
As provas mais dolorosas da vida são as que afetam o coração. Sim pois todos podemos suportar dores, miséria, provações da matéria mas as angústias que provém de afetos são as mais dolorosas provas que podemos passar, pois nos causa muito sofrimento. Graças ao Criador, não há sofrimento eterno e um dia estas provas também haverão de terminar, ou recomeçar com a bênção do esquecimento de acordo com as decisões que tomar.
Perguntas que se pode fazer a si próprio:
- Reflita sobre seu papel de filho(a).
Uma recomendação:
Leia, estude e divulgue as obras do médium Francisco Cândido Xavier e de Allan Kardec. Recomendo a compra dos livros aqui estudados.
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