
O ensinamento estudado hoje se chama "No exame do perdão", e que estuda o "Capítulo X - Bem-aventurados aqueles que são misericordiosos", na seção "Não julgueis a fim de que não sejais julgados. Aquele que estiver sem pecado lhe atire a primeira pedra", item 13, de "O Evangelho Segundo o Espiritismo" e também estuda o "Livro Terceiro - As Leis Morais", "Capítulo X - IX - Lei do Liberdade", questão 872 de "O Livro dos Espíritos".
Para ver o ensinamento integral contido nestes temas, consulte as obras "Estude e Viva", "O Evangelho Segundo o Espiritismo" e "O Livro dos Espíritos".
Os temas estudados são:
Aprendizado evolutivo;
Balanço de consciência;
Jesus e perdão;
Na esfera das ações humanas;
Problema de harmonia;
Reconciliação.
Estudo realizado:
Ao longo de nossa vida passaremos inevitavelmente por situações em que nos sintamos ofendidos pelos outros.
Falar de perdão é fácil quando falamos para os outros perdoarem aqueles que os fizeram mal.
Quando isto ocorrer conosco entretanto, a situação passa a ser diferente pois é aí que realmente exerceremos a atitude de perdoar ou não, através de nosso livre-arbítrio,
Jesus nos ensinou que devemos perdoar sim, porquê convém a nós próprios analisar mais friamente a situação, usando a razão e sem colocar a emoção em primeiro plano, raciocinando sobre o que pode ter levado uma pessoa a nos ofender. Pode ter sido um ato impensado da pessoa, pode ser uma falta de entendimento sobre determinado assunto, pode ser um desafeto que por alguma razão ainda é um desafeto. Podem ser influências negativas. Podem ser muitas coisas.
Quando nos sentimos injustiçados, mas quando esta ofensa proferida atinge somente a nós, o melhor é esquecer o mal que nos causaram, lembrando que somos também passíveis do erro, e que também podemos ofender outras pessoas, precisando depois do perdão delas. Portanto, devemos sempre realizar um balanço em nossa consciência, verificando nossas atitudes com os outros, quando ofendemos alguém, reparar o erro a fim de buscar de forma sincera a reconciliação. Quando alguém nos ofende individualmente, perdoar a pessoa tendo em mente que ao não perdoar estamos carregando uma energia negativa e um peso extra que não precisamos carregar. Ao perdoar você irá se libertar.
Uma ofensa, uma injustiça pode no entanto atingir a muitas pessoas, pode ser algo coletivo. Neste caso, por não ser uma situação isolada, devemos procurar a Justiça que é de direito da coletividade sim, mas ainda assim, de forma indireta, devemos de coração pedir pela pessoa ou pelas pessoas que causaram mal a coletividade. Pedir ao Criador para que elas se iluminem e se reajustem deixando de cometer erros com as coletividades e passando por processos de aprendizado disciplinador. Exemplificando, isto pode ocorrer em um país, com casos graves de corrupção, onde os mesmos atinjam e prejudicando toda uma população. Estas pessoas envolvidas nestes atos vergonhosos para si próprios irão responder pelos seus crimes e a população. A população, de forma coletiva deve sim lutar pela Justiça, sem violência, não esquecendo de pedir que o Criador discipline com rigor os seres responsáveis pela situação, aplicando assim a Lei de Perdão que Jesus nos ensinou. Não deixamos assim de perdoar, mas também procuramos a Justiça.
Lembrando que quem não se ofende, não precisa perdoar.
Estamos aqui de passagem, e por passagem podemos ir um pouco mais além, pensando que quanto maior bem fizermos, quanto mais nos distanciarmos do mal, quando esta passagem por aqui terminar, podemos também ter terminado uma etapa. Etapa esta que pode ser o fim das idas e vindas aqui na Terra, um mundo ainda onde predomina o mal. Terminando esta etapa aqui na Terra, se fizermos todo o bem que pudermos e seguirmos o que Jesus no ensinou, poderemos estar indo para um mundo onde o bem reina soberano, um mundo mais feliz. Lembre-se sempre de pagar o mal com o bem.
Falar de perdão é fácil quando falamos para os outros perdoarem aqueles que os fizeram mal.
Quando isto ocorrer conosco entretanto, a situação passa a ser diferente pois é aí que realmente exerceremos a atitude de perdoar ou não, através de nosso livre-arbítrio,
Jesus nos ensinou que devemos perdoar sim, porquê convém a nós próprios analisar mais friamente a situação, usando a razão e sem colocar a emoção em primeiro plano, raciocinando sobre o que pode ter levado uma pessoa a nos ofender. Pode ter sido um ato impensado da pessoa, pode ser uma falta de entendimento sobre determinado assunto, pode ser um desafeto que por alguma razão ainda é um desafeto. Podem ser influências negativas. Podem ser muitas coisas.
Quando nos sentimos injustiçados, mas quando esta ofensa proferida atinge somente a nós, o melhor é esquecer o mal que nos causaram, lembrando que somos também passíveis do erro, e que também podemos ofender outras pessoas, precisando depois do perdão delas. Portanto, devemos sempre realizar um balanço em nossa consciência, verificando nossas atitudes com os outros, quando ofendemos alguém, reparar o erro a fim de buscar de forma sincera a reconciliação. Quando alguém nos ofende individualmente, perdoar a pessoa tendo em mente que ao não perdoar estamos carregando uma energia negativa e um peso extra que não precisamos carregar. Ao perdoar você irá se libertar.
Uma ofensa, uma injustiça pode no entanto atingir a muitas pessoas, pode ser algo coletivo. Neste caso, por não ser uma situação isolada, devemos procurar a Justiça que é de direito da coletividade sim, mas ainda assim, de forma indireta, devemos de coração pedir pela pessoa ou pelas pessoas que causaram mal a coletividade. Pedir ao Criador para que elas se iluminem e se reajustem deixando de cometer erros com as coletividades e passando por processos de aprendizado disciplinador. Exemplificando, isto pode ocorrer em um país, com casos graves de corrupção, onde os mesmos atinjam e prejudicando toda uma população. Estas pessoas envolvidas nestes atos vergonhosos para si próprios irão responder pelos seus crimes e a população. A população, de forma coletiva deve sim lutar pela Justiça, sem violência, não esquecendo de pedir que o Criador discipline com rigor os seres responsáveis pela situação, aplicando assim a Lei de Perdão que Jesus nos ensinou. Não deixamos assim de perdoar, mas também procuramos a Justiça.
Lembrando que quem não se ofende, não precisa perdoar.
Estamos aqui de passagem, e por passagem podemos ir um pouco mais além, pensando que quanto maior bem fizermos, quanto mais nos distanciarmos do mal, quando esta passagem por aqui terminar, podemos também ter terminado uma etapa. Etapa esta que pode ser o fim das idas e vindas aqui na Terra, um mundo ainda onde predomina o mal. Terminando esta etapa aqui na Terra, se fizermos todo o bem que pudermos e seguirmos o que Jesus no ensinou, poderemos estar indo para um mundo onde o bem reina soberano, um mundo mais feliz. Lembre-se sempre de pagar o mal com o bem.
Perguntas que pode se fazer a si próprio:
- Reflita sobre o ato de perdoar e ser perdoado. Reflita sobre o tempo que tem aqui e as reconciliações que tem que fazer.
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