
O ensinamento estudado hoje se chama "Não furtar", que ocorreu em reunião pública de 27/01/1961 e que estuda a Primeira Parte, Capítulo VI - Doutrina das Penas Eternas, Seção "A doutrina das penas eternas fez sua época", item 24 de "O Céu e o Inferno".
Para ver o ensinamento integral contido nestes temas, consulte as obras "Justiça Divina" e "O Céu e o Inferno".
Estudo realizado:
Não furtar faz parte de um dos Dez Mandamentos trazidos a nós por Moisés. Mas, não furtar é algo muito abrangente. Uma pessoa pode não furtar dinheiro, e nem por isso é um bom cidadão. Pois a pessoa pode roubar a confiança de alguém e sendo assim, ela viola este mandamento. Não furtar não se refere somente a coisas materiais, mas sim a coisas espirituais, da alma. A pessoa por exemplo que tira da outra o bom ânimo, está na prática, roubando mesmo o ânimo de alguém. E tirar o ânimo de alguém é furtar. Sendo assim então vamos refletir um pouco sobre o furtar as coisas da alma.
- Desanimar alguém é furtar.
- Trair a confiança de alguém, é furtar.
- Falar mal de alguém e caluniar, além de ser maledicência, é furtar.
- Tirar a alegria dos outros, é furtar.
- Tirar o tempo dos outros, é furtar.
Estes são apenas alguns exemplos do que também é furtar.
Mas não furtar, abrange tudo. Não devemos furtar tanto os bens materiais, físicos, como também os da alma, como alguns citados acima.
As penas terrestres não são eternas. Nós não seremos culpados eternamente por alguma coisa que fizermos de errado. Mas não se engane e não se iluda, já que, sim, você será chamado pela Justiça Divina a pagar ceitil por ceitil de tudo o que fizer de errado. Todo o bem feito por você é contabilizado, mas também todo o mal também o é. E não pense que você pode negociar, barganhar, com a Justiça Divina, pois não pode. Esta é uma lei imutável que vale para todos nós e não será você, nem ninguém que vai mudar esta lei. Existe a Misericórdia Divina para te dar novas chances, mas também existe a Justiça Divina, para colocar as coisas no seu devido lugar. Aproveite as chances que tem, que recebeu nesta encarnação e faça bom uso dos dons que recebeu, das oportunidades que recebe, sem reclamar, e siga em frente, sempre consultando a tua consciência a respeito dos mandamentos divinos a serem seguidos. Vigie-se, ore e faça uma auto-crítica sem se fazer de vítima, pois isto, certamente, ninguém é.
Perguntas que pode se fazer a si próprio:
- O que você entende por furtar? Somente coisas materiais como dinheiro, posses entram neste quesito? E em relação as coisas da alma? Não contam?
- Você já magoou alguém? E se te magoarem?
- Você já desanimou alguém? Foi bom? Se sim, e se te desanimarem em algo que você está tentando? Como se sentiria?
- Você já deixou alguém triste? Valeu a pena? Se sim, então se alguém deixar você triste, também pode?
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