Capítulo 5 - Operações Seletivas
Aguardando o julgamento e a seleção
Participantes deste capítulo
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Gúbio
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Instrutor.
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Desencarnado
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Elói
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Amigo de André Luiz.
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Desencarnado
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André Luiz
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Estudante.
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Desencarnado
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Gregório
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Sacerdote e comandante de falange de
espíritos no plano espiritual inferior.
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Desencarnado
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André Luiz, Elói e Gúbio, ficaram até a noite do dia seguinte, em estranho quarto escuro, lá então aguardando que o exame e a tal da seleção fossem feitas.
No estranho local, diversos seres, com desequilíbrios mentais visíveis, preenchiam o espaço do ambiente. Estes seres, quando encarnados, praticaram atos reprováveis e estavam ali naquele local por culpa deles mesmos, por culpa de sua consciência. Foram atraídos magneticamente até aquele local.
Então, estranha reunião, uma espécie de cerimônia, de julgamento, que ocorria semanalmente deu-se início. Primeiramente adentrou ao ambiente guardas e técnicos que eram especialistas em identificação de males numerosos por meio de cores que caracterizam o halo dos espíritos ignorantes.
Em seguida, entraram os magistrados, juízes vestidos como se estivessem na Roma Antiga.
Em seguida, entraram os magistrados, juízes vestidos como se estivessem na Roma Antiga.
E deu-se início ao julgamento, dos seres que estavam ali. Os juízes, através do seu grande magnetismo, conseguiam hipnotizar os seres que ali estavam e foi mostrado que o grande poder mental pode conduzir uma pessoa sugestionável a ter até sua forma alterada. Uma senhora que foi julgada e declarada culpada de seus atos, e por realmente ser culpada, foi chamada de “loba” diversas vezes e ao ouvir isso, sua forma perispiritual foi se moldando até chegar a se parecer mesmo como uma loba, fenômeno chamado de “licantropia”. Naquele tribunal, não existe por parte dos juízes a chamada a renovação moral.
“Nem sentença condenatória, nem absolvição gratuita”.
“Esta casa não pune, nem recompensa”.
“A morte, é caminho para a justiça”.
“Não somos distribuidores do sofrimento, e sim, mordomos do governo do mundo.”
Estes eram os termos daquele tribunal.
De certa forma, aquele local, cumpria a Justiça Divina, de acordo com a culpa mental e consciencial de cada um.

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