
O ensinamento estudado hoje se chama "Em torno da irritação", e que estuda o "Capítulo IX - Bem-aventurados aqueles que são brandos e pacíficos", na seção "A Cólera", item 9, de "O Evangelho Segundo o Espiritismo" e também estuda o "Livro Terceiro", "Capítulo X - Lei de Liberdade", questão 826 de "O Livro dos Espíritos".
Para ver o ensinamento integral contido nestes temas, consulte as obras "Estude e Viva", "O Evangelho Segundo o Espiritismo" e "O Livro dos Espíritos".
Os temas estudados são:
Auto-tratamento;
Azedume nos caracteres elevados;
Cativeiro íntimo;
Disciplina e direitos individuais;
Irritação;
Manifestação pessoais.
Azedume nos caracteres elevados;
Cativeiro íntimo;
Disciplina e direitos individuais;
Irritação;
Manifestação pessoais.
Estudo realizado:
A irritação é algo que pode estar em todos nós, oculta ou não, podemos ser conscientes dela ou não. Junto com a irritação vem a agressividade, o mau humor, a manifestação de um orgulho que está dentro de nós e que se sentiu ferido por algo ou alguma coisa. A irritação vem com toda força, quando nos sentimos feridos em nosso orgulho.
Diante da vida, passamos por aprendizados. E nesses aprendizados, conforme passamos a ver o mundo de uma maneira mais ampla, podemos sentir a necessidade de ter disciplina, o que é bom. No entanto a vida requer equilíbrio. Se nesta disciplina que almejamos ter, em nossas tarefas do dia-a-dia, passar a se tornar algo muito rígido, muito crítico, o que era algo bom, pode passar a ser algo ruim para nós mesmos. Podemos querer exigir dos outros a mesma disciplina que colocamos em nós e por muitas vezes os outros estão em processos de aprendizados diferentes e que neste sentido não estão em condições de dar aquilo que ainda não tem dentro de si.
Nós temos liberdade de agir, porém, não devemos nos iludir, esta liberdade é limitada. Como vivemos em sociedade a nossa liberdade de agir é limitada, pois o nosso direito termina onde começa o direito do outro e vice-versa. E a questão da liberdade limitada é importante no caso da irritação pois não é bom para nós mesmos agir de modo a se irritar, ficar nervosos com alguma situação ferindo o direito do outro e até mesmo podendo constranger o outro. Agir assim, trará malefícios para nossa própria saúde, pois estaremos afetando o nosso corpo físico com as más energias provindas da irritação.
A irritação é o contrário da humildade e da caridade. Ela provém do orgulho, e altera nossa saúde, e além disso não resolve nenhuma situação, mas ao contrário, apenas a piora.
Se detectamos em nós mesmos situações em que fiquemos irritados, devemos lembrar que isto são como "falhas de segurança" em nosso íntimo, podendo vir a nos machucar internamente e causar danos em outras pessoas, que nem sempre são fáceis de se reverter. Não estamos aqui para fazer o mal para os outros, mesmo assim, somos humanos e temos falhas, mas também podemos melhorar, ou nos esforçar para melhorar.
O melhor a fazer será a atitude de identificar se temos tendência a irritação, procurar identificar situações que nos deixem assim, o porquê de ficarmos assim e agir no sentido de saber sempre que a atitude de se irritar e distribuir nossa irritação nos outros não levará a nenhum bom resultado, lembrando do título do capítulo do Evangelho Segundo o Espiritismo: "Bem-aventurados aqueles que são brandos e pacíficos". E isso só vale se a brandura for verdadeira e de coração. Não adianta por a máscara de bonzinho se no fundo você ainda cultiva sentimentos contrários a bondade verdadeira. Não minta para você mesmo.
Para finalizar, como sabiamente disse Chico Xavier, deixo duas frases dele: "Não exijas dos outros qualidades que ainda não possuem" e a segunda: "Fico triste quando alguém me ofende, mas com certeza eu ficaria mais triste se fosse eu o ofensor, magoar alguém é terrível!".
Diante da vida, passamos por aprendizados. E nesses aprendizados, conforme passamos a ver o mundo de uma maneira mais ampla, podemos sentir a necessidade de ter disciplina, o que é bom. No entanto a vida requer equilíbrio. Se nesta disciplina que almejamos ter, em nossas tarefas do dia-a-dia, passar a se tornar algo muito rígido, muito crítico, o que era algo bom, pode passar a ser algo ruim para nós mesmos. Podemos querer exigir dos outros a mesma disciplina que colocamos em nós e por muitas vezes os outros estão em processos de aprendizados diferentes e que neste sentido não estão em condições de dar aquilo que ainda não tem dentro de si.
Nós temos liberdade de agir, porém, não devemos nos iludir, esta liberdade é limitada. Como vivemos em sociedade a nossa liberdade de agir é limitada, pois o nosso direito termina onde começa o direito do outro e vice-versa. E a questão da liberdade limitada é importante no caso da irritação pois não é bom para nós mesmos agir de modo a se irritar, ficar nervosos com alguma situação ferindo o direito do outro e até mesmo podendo constranger o outro. Agir assim, trará malefícios para nossa própria saúde, pois estaremos afetando o nosso corpo físico com as más energias provindas da irritação.
A irritação é o contrário da humildade e da caridade. Ela provém do orgulho, e altera nossa saúde, e além disso não resolve nenhuma situação, mas ao contrário, apenas a piora.
Se detectamos em nós mesmos situações em que fiquemos irritados, devemos lembrar que isto são como "falhas de segurança" em nosso íntimo, podendo vir a nos machucar internamente e causar danos em outras pessoas, que nem sempre são fáceis de se reverter. Não estamos aqui para fazer o mal para os outros, mesmo assim, somos humanos e temos falhas, mas também podemos melhorar, ou nos esforçar para melhorar.
O melhor a fazer será a atitude de identificar se temos tendência a irritação, procurar identificar situações que nos deixem assim, o porquê de ficarmos assim e agir no sentido de saber sempre que a atitude de se irritar e distribuir nossa irritação nos outros não levará a nenhum bom resultado, lembrando do título do capítulo do Evangelho Segundo o Espiritismo: "Bem-aventurados aqueles que são brandos e pacíficos". E isso só vale se a brandura for verdadeira e de coração. Não adianta por a máscara de bonzinho se no fundo você ainda cultiva sentimentos contrários a bondade verdadeira. Não minta para você mesmo.
Para finalizar, como sabiamente disse Chico Xavier, deixo duas frases dele: "Não exijas dos outros qualidades que ainda não possuem" e a segunda: "Fico triste quando alguém me ofende, mas com certeza eu ficaria mais triste se fosse eu o ofensor, magoar alguém é terrível!".
Perguntas que pode se fazer a si próprio:
- Reflita sobre a irritação, o que o deixa irritado e qual são suas reações quando fica assim. O que faz? Como se sente depois? Pergunte-se internamente se valeu a pena se irritar, se não sentiu nenhuma dor na consciência e teve que voltar atrás em algo, ou até mesmo, teve dificuldades de voltar atrás e admitir o erro. Lembre-se, de não se culpar, errar é humano. Mas errar mais de uma vez o mesmo erro, é perda de tempo.
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