
O ensinamento estudado hoje se chama "Oração e cura", que foi realizado em reunião pública de 19/02/1960 e que estuda o "Capítulo XIV - Dos Médiuns", item 176, sub-item 8, de "O Livro dos Médiuns".
Para ver o ensinamento integral contido nestes temas, consulte as obras "O Livro dos Médiuns" e "Seara dos Médiuns".
Estudo realizado:
Conforme nos ensina Emmanuel, o recurso da oração deve ser sempre utilizado, em várias situações de nossa vida. Quando em um leito de dor, quando um enfermo precisa passar por uma situação de doença, a oração se faz muito necessária. Os fluídos manipulados ali, serão utilizados pelos espíritos da melhor maneira possível, em benefício do enfermo, segundo o que Deus considerar melhor a todos os envolvidos, direta, ou indiretamente. Quando oramos, por vezes podemos pensar que nossas orações não foram atendidas, pois por vezes oramos solicitando a melhora de um enfermo, mas na realidade, a melhora ou piora do enfermo, não depende de nós e caso o enfermo não melhorar também não significa que nossa oração não foi ouvida e atendida por Deus, nosso pai. Deus sabe o que é melhor para todos nós, seus filhos e faz sempre o melhor. Ele ouve as nossas orações e as atende da melhor maneira. No caso que foi citado, de um enfermo acamado, o mesmo, por mais dura que seja a situação, deve suportar, por uma questão relacionada a provação dele próprio, a enfermidade. E no momento da oração, da doação de fluídos magnéticos, a pessoa que estiver realizando-a, poderá ter a certeza de que não estará só, nem desamparada, nem o enfermo. Tudo estará sendo ouvido por Deus.
Conforme é ensinado no Livro dos Médiuns, a pessoa que possui forte magnetismo, é um médium curador, mas por médium curado devemos entender que não é a pessoa/médium que cura, mas sim Deus. Se Deus permitir a cura, os fluídos manipulados nestas situações serão direcionados pelos bons espíritos que acompanham a situação de forma a aliviar ou até mesmo a curar o corpo físico do enfermo. A cura, vem, portanto de Deus, e não dos médiuns. Os médiuns são instrumentos, ferramentas. E todos somos médiuns.
A oração, a prece, portanto, sempre deve estar dentro de nossos corações, sempre devemos orar, agradecendo a Deus, pelas oportunidades que temos e tivemos, orar agradecendo pelas lutas que passamos com dignidade e força. Orar sempre agradecendo por termos condições de enfrentarmos nossos problemas. Orar pelos outros, sempre pedindo força e equilíbrio no momentos que são mais difíceis na vida de cada um.
E sempre lembrarmos que existem sofrimentos maiores que os nossos, que se estivermos com uma pessoa querida de nosso coração em um leito de hospital, enferma, requerindo extremos cuidados, não deixar de observar a dor alheia, de pessoas que por vezes cometem suicídios, que assassinam, que não chegam nem a ter o socorro, pois seus casos são muito piores. Meditar e refletir nunca colocando a culpa em Deus ou em nossos amigos espirituais que estão ali para nos proteger, nos acalmar, nos consolar diante de nossa aflição. Lembrar sim, de sempre agradecer.
Perguntas que pode se fazer a si próprio:
- Você já esteve diante de uma situação irreversível de saúde de um ente querido? Reflita sobre o que sentiu, sobre o que passou.
- Você ignora a morte ou a enfrenta?
- Você acredita mesmo que Deus é soberanamente bom, justo e misericordioso? Confia nele em tudo? Sabe que o amor dele por você é tão grande que ele nunca o abandonará?
- Você, consegue dizer, em seu íntimo, que jamais se separará de Deus, de forma verdadeira, mesmo no momento de maior dor que um ser humano pode suportar, que é a dor da morte?
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